Bicho-da-seda

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Bicho-da-seda (Bombyx mori) usada na produção de fios de seda. Este insecto é nativo do Norte da China mas encontra-se atualmente distribuído por todo o mundo em quintas de produção de seda, denominada sericicultura.
Bicho-da-seda 
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Bombyx 
Silkworm 01.png 
Bicho-da-seda 
Bombyx mori 
Lineu, 1758 
Espécie 
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Bicho-da-seda (Bombyx mori) usada na produção de fios de seda. Este insecto é nativo do Norte da China mas encontra-se atualmente distribuído por todo o mundo em quintas de produção de seda, denominada sericicultura. O bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira, ao longo de toda a sua fase de vida larvar (lagarta). Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto (imago). É esse casulo que serve de fonte para a seda. Estas mariposas que produzem a seda (B. mori) foram domesticadas há cerca de 3.000 anos a.C, nos países asiáticos (possivelmente na China), e por isso não conseguem sobreviver no ambiente natural. Vivem apenas criadas pelo homem de quem dependem para serem alimentadas e não conseguem voar. É como dizer que suas asas atrofiaram nestes séculos de domesticação. Existem mais de 400 espécies desta raça e hoje inúmeros cientistas trabalham na preservação do banco de germoplasma para, através de cruzamentos específicos, buscarem melhores híbridos para produção de seda, possibilitando, assim, melhores resultados na cadeia produtiva, desde o sericicultor até a indústria têxtil. Segundo (Hanada e Watanabe, 1986) a sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional. Esta atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural; além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores. Para se aproveitar a seda, tem que haver o sacrifício da crisálida antes de seu amadurecimento, para se preservar a integridade do fio. 
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Bicho-da-seda 
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