Back to Black

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Back to Black é o segundo álbum de estúdio da cantora e compositora britânica Amy Winehouse, lançado primeiramente na Irlanda em 27 de outubro de 2006 e três dias depois no Reino Unido através da editora discográfica Island Records. As sessões de gravação do projeto iniciaram-se em novembro de 2005, após Winehouse finalizar o seu trabalho com o seu disco de estreia, Frank (2003), sendo interrompidas no mesmo mês, devido aos problemas pessoais da artista, reiniciando-se apenas em março de 2006, estendendo-se, desta vez, por um período de cinco meses, com término em agosto. Durante a elaboração do material, a cantora trabalhou com Mark Ronson e Salaam Remi, creditados nas notas da obra como produtores, e teve grande participação nas composições. A sonoridade do disco difere do seu trabalho a
Back to Black 
left 
xsd:integer 2008 
Amy Winehouse - Rehab.ogg 
LightCyan 
xsd:integer
Produtor 
sim 
não 
"Rehab", a faixa de abertura de Back to Black. Na demonstração, trecho em que Winehouse nega-se a ir à reabilitação, dizendo: "No, no, no". 
<second> 240.0  217.0  259.0  165.0  215.0  184.0  221.0  228.0  229.0  233.0  154.0  202.0  212.0  223.0  254.0  275.0  164.0  191.0  195.0  219.0  141.0  155.0  162.0  176.0  145.0  153.0  144.0 
Amy Winehouse 
Phil Spector 
Clement Dodd 
Dave McCabe, The Zutons 
Terry Hall, Roderick Byers 
Toots Hibbert 
Winehouse 
Winehouse, Nickolas Ashford, Valerie Simpson 
Winehouse, Paul O'Duffy 
Winehouse, Richard Poindexter, Robert Poindexter 
Winehouse, Ronson 
Remi 
Ronson 
português 
Back to Black álbum.jpg 
xsd:integer 978 
Chas 
Back to Black 
Down Tempo 
Original Demo 
Radio 1's Live Lounge 
Remix com Ghostface Killah 
The Rumble Strips Remix 
ao vivo em Kalkscheune / Berlim 
featuring Zalon & Ade 
featuring Zalon and Ade 
somente em algumas edições 
xsd:integer
direita 
Lioness: Hidden Treasures 
A voz dela desliza do som melífluo-sinuoso de uma mulher que consegue dois amantes em torno de seu dedinho ao arranhado gutural apaixonado de alguém que foi abandonado e chora no chão da cozinha. Passando com convicção inexperiente pela experiência emocional de cada canção de Back to Black, Amy Winehouse mostra ser uma verdadeira diva urbana. 
Com a Amy não há um momento de tédio, e isso inclui a faixa-título do disco, um maravilho conto, opulento mas amargo, de um caso de amor confuso que deu errado. 
true 
Newkey-Burden 
— Trecho da análise crítica feita por Helen Brown no tabloide inglês The Daily Telegraph. 
— Trecho da análise crítica feita por editores no tabloide britânico Daily Mirror para a faixa-título de Back to Black. 
estúdio 
Edição japonesa 
Faixa bônus da edição deluxe 
Disco bônus da edição deluxe 
Edição alemã limitada 
Cupid 
Addicted 
"Rehab" 
Back to Black 
You Know I'm No Good 
Amy Winehouse Biografia 
Close to the Front 
He Can Only Hold Her 
Hey Little Rich Girl 
Me & Mr. Jones 
Monkey Man 
Some Unholy War 
To Know Him Is to Love Him 
Wake Up Alone 
You're Wondering Now 
<perCent> 18.0  19.0 
Frank 
A− 
The Times 
The Independent 
The Guardian 
The A.V. Club 
BBC Music 
Entertainment Weekly 
New York Magazine 
<second> 2003.0 
xsd:integer 2005 
Metropolis Studios 
Sole Channel Studios, Chung King Studios 
Allido Studios, Instrument Zoo Records, Daptone Records 
xsd:integer 81 
sim 
Back to Black é o segundo álbum de estúdio da cantora e compositora britânica Amy Winehouse, lançado primeiramente na Irlanda em 27 de outubro de 2006 e três dias depois no Reino Unido através da editora discográfica Island Records. As sessões de gravação do projeto iniciaram-se em novembro de 2005, após Winehouse finalizar o seu trabalho com o seu disco de estreia, Frank (2003), sendo interrompidas no mesmo mês, devido aos problemas pessoais da artista, reiniciando-se apenas em março de 2006, estendendo-se, desta vez, por um período de cinco meses, com término em agosto. Durante a elaboração do material, a cantora trabalhou com Mark Ronson e Salaam Remi, creditados nas notas da obra como produtores, e teve grande participação nas composições. A sonoridade do disco difere do seu trabalho anterior, ao incorporar principalmente música soul das décadas de 1950 e 1960, o R&B contemporâneo e os estilos de influência jamaicana, como o ska, tendo como inspiração os grupos femininos dos anos 1960. Liricamente, as faixas abordam temas como o seu envolvimento com álcool, drogas e os seus relacionamentos amorosos. Back to Black registrou uma recepção positiva por parte da crítica contemporânea especialista após o seu lançamento, que elogiou a maneira "emotiva de cantar" da artista e os variados estilos musicais do álbum, e alcunharam-no ao final de 2007 de "Álbum do Ano". Descrito como um dos melhores registros de soul da música moderna, um clássico de R&B e como sincero e obscuro, o disco também representou um forte impacto no cenário musical mundial, pois fez Winehouse ser considerada a desencadeadora de uma nova Invasão Britânica e, posteriormente, citada como influência musical nos trabalhos de outros artistas, como Adele, Bruno Mars e Lady Gaga. Como parte do reconhecimento do trabalho da cantora, o material também recebeu indicações a várias premiações ao redor do mundo, inclusive ao Grammy Awards na sua 50.ª edição, onde Amy Winehouse igualou o recorde de Alicia Keys, Beyoncé Knowles e Norah Jones para artista feminina com mais Grammys vencidos em apenas uma cerimônia, ao conquistar cinco troféus dos seis em que disputava, convertendo-se ainda na primeira intérprete feminina britânica a vencer cinco categorias em uma mesma noite. Comercialmente, o álbum também foi bem recebido. No Reino Unido, ele obteve a primeira posição da lista oficial dos mais vendidos seis vezes não-consecutivas e foi o mais comprado do ano. Além disso, culminou nos mercados musicais de outros 22 países, como os do continente europeu e a Nova Zelândia, e alcançou as dez primeiras colocações das tabelas de outros doze. Nos Estados Unidos, conseguiu estabelecer a maior entrada alcançada por uma artista feminina britânica na época, ao debutar no número sete da Billboard 200. Mundialmente, vendeu seis milhões de cópias apenas em 2007 e acabou por se tornar o registro mais vendido do ano, enquanto em 2008 foi o segundo mais bem vendido em nível global, com outras cinco milhões de unidades. Para a divulgação da obra, seis singles foram lançados: "Rehab", "You Know I'm No Good", "Tears Dry on Their Own", "Love Is a Losing Game", "Just Friends" e a faixa homônima. Back to Black ressurgiu nas tabelas musicais mundiais na semana de 24 de julho de 2011, logo após a divulgação do falecimento da cantora, alcançando o primeiro lugar em vendas no iTunes em quinze países. Nos Estados Unidos, obteve a quarta posição da lista compilada pela Billboard, ao vender mais de 91 mil unidades duas semanas após a morte de Amy Winehouse. Na Europa, reassumiu a primeira colocação nos rankings de vários países, inclusive no Reino Unido, onde obteve o título de álbum mais vendido do século XXI, passando a ocupar em dezembro o segundo lugar, atrás apenas de 21 (2011) da inglesa Adele. Atualmente, as suas vendas ultrapassam a marca de vinte milhões de exemplares faturados em todo o mundo, o que o fez entrar para a lista dos registros mais bem vendidos em nível global. Além disso, também se encontra situado na lista dos mais vendidos em território britânico, com mais de 3.500 milhões de cópias comercializadas. 
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Back to Black 
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