At Long Last Love

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At Long Last Love (br: Amor, Eterno Amor / pt: At Long Last Love) é um filme escrito, produzido e dirigido por Peter Bogdanovich e estrelado por Burt Reynolds e Cybill Shepherd, num elenco que incluía também Madeline Kahn, Duilio Del Prete, John Hillerman, Eileen Brennan e Mildred Natwick. Lançado em 1 de março de 1975, o musical foi um fracasso entre o público (recuperando apenas um quarto do dinheiro nele investido) e entre os críticos.
At Long Last Love 
xsd:integer 1975 
vários artistas 
At Long Last Love - Soundtrack.jpg 
Artista 
cor 
xsd:integer 118  12.0  135.0  232.0  209.0  160.0  180.0  191.0  142.0  137.0  351.0  387.0  325.0  395.0  456.0  118.0  495.0 
Instrumental 
Madeline Kahn 
Cybill Shepherd 
Burt Reynolds • John Hillerman 
Cybill Shepherd • Eileen Brennan 
Duilio Del Prete • Madeline Kahn 
Eileen Brennan • Cybill Shepherd Madeline Kahn 
Burt Reynolds • Madeline Kahn Cybill Shepherd • Duilio Del Prete Mildred Natwick, et al. 
Duilio Del Prete • Madeline Kahn Burt Reynolds • Cybill Shepherd 
Burt Reynolds • Cybill Shepherd Madeline Kahn • Duilio Del Prete Instrumental 
Burt Reynolds • Cybill Shepherd Duilio Del Prete 
Madeline Kahn • Cybill Shepherd Burt Reynolds • Duilio Del Prete 
Burt Reynolds • Madeline Kahn Duilio Del Prete • Cybill Shepherd 
Cybill Shepherd • Burt Reynolds John Hillerman • Eileen Brennan 
Eileen Brennan • John Hillerman Burt Reynolds • Cybill Shepherd 
trilha sonora 
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At Long Last Love.jpg 
xsd:integer 250 
xsd:integer 1975 
At Long Last Love 
Peter Bogdanovich Frank Marshall 
Peter Bogdanovich 
Peter Bogdanovich, em entrevista ao The Hollywood Reporter 
trilha sonora 
LF 
Lado A 
Lado B 
Lado C 
Lado D 
At Long Last Love 
Overture 
Medley: Most Gentlemen Don't Like Love/I Loved Him (But He Didn't Love Me) 
Musical Intro/But in the Morning, No 
Twentieth Century-Fox Trademark 
Medley: Let's Misbehave/It's De-Lovely/But in the Morning, No/It's De-Lovely/Let's Misbehave 
Medley: A Picture of Me Without You/At Long Last Love/Finale 
Amor, Eterno Amor 
At Long Last Love 
<perCent> 30.0 
xsd:integer 72665 
Cole Porter 
<second> 3925.0 
Burt Reynolds Cybill Shepherd 
Cole Porter 
Cole Porter 
0072665 
xsd:gYear 1975 
sim 
At Long Last Love (br: Amor, Eterno Amor / pt: At Long Last Love) é um filme escrito, produzido e dirigido por Peter Bogdanovich e estrelado por Burt Reynolds e Cybill Shepherd, num elenco que incluía também Madeline Kahn, Duilio Del Prete, John Hillerman, Eileen Brennan e Mildred Natwick. Lançado em 1 de março de 1975, o musical foi um fracasso entre o público (recuperando apenas um quarto do dinheiro nele investido) e entre os críticos. Utilizando dezesseis canções de Cole Porter, muitas das quais não haviam sido ouvidas por anos, especialmente em suas versões completas com letras adicionais que eram raramente usadas, o filme de época conta a história de dois casais que vivem os dilemas dos amores correspondidos e não-correspondidos na Nova Iorque dos anos 30. Foi uma tentativa do diretor, Peter Bogdanovich, de fazer uma homenagem aos musicais de Hollywood da mesma época retratada. Lançado em uma época em que os musicais hollywoodianos não conseguiam muito retorno, At Long Last Love não foi exceção, mas ficou particularmente marcado por tentar reinventar a própria produção padrão de um musical, fazendo com que os atores cantassem as músicas ao vivo, em vez de apenas dublarem faixas pré-gravadas em um estúdio de gravação. Devido ao seu fracasso, o diretor chegou a publicar uma carta aberta aos leitores de diversos jornais e revistas dos Estados Unidos, numa tentativa de se "desculpar" com o público. Além disso, o filme não teve um lançamento em home video por quase quarenta anos, sendo lançado apenas em Blu-ray em 2013, numa "versão definitiva do diretor" que restaurava sequências deixadas de lado quando o filme foi originalmente lançado. Entre as principais críticas negativas estavam a de John Simon, da revista Esquire, que chamou At Long Last Love de "o pior musical desta - ou de qualquer outra - década" e do crítico brasileiro Luiz Carlos Merten, da coluna "Sem Categoria" do jornal O Estado de S. Paulo, que o chamou de "o musical mais antimusical do cinema". Por outro lado, Roger Ebert defendeu o filme, chamando-o de "uma peça de entretenimento [...] impecavelmente estilosa". Na história de Hollywood, o filme ficou, no entanto, marcado como uma péssima produção, sendo citado em diversas listas de piores filmes já produzidos. 
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Amor, Eterno Amor 
At Long Last Love 
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