Aquenáton

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Aquenáton, conhecido antes do quinto ano de seu reinado como Amenófis IV ou em egípcio antigo Amenhotep IV, foi Faraó da XVIII dinastia do Egito que reinou por dezessete anos e morreu em 1336 ou 1334 a.C. Ele é principalmente lembrado por abandonar o tradicional politeísmo egípcio e introduzir uma adoração centrada em um único deus, Aton, que é as vezes descrita como monoteista ou henoteista. Inscrições antigas ligam Aton ao Sol comparado às estrelas, com a línguagem oficial posterior evitando chamá-lo de um deus, dando a deidade solar um status acima dos meros deuses.
Aquenáton 
Amenófis IV 
XVIII Dinastia 
xsd:integer 1336 
Semencaré, Meritaton, Meketaton, Anchesenamon, Neferneferuaton Tasherit, Neferneferuré, Setepenré, Tutancâmon, Anchesenpaton Tasherit 
Kanakht-Meryaten 
O Touro Forte, Amado de Aton 
xsd:integer 275 
Grando do Reino em Aquetáton 
Wer-nesut-em-Akhetaten 
Aquenáton 
xsd:integer 1351  1352 
Belas São as Manifestações de Rá 
Neferkheperure-waenre 
Amarna 
Quem Mantém o Nome de Aton 
Wetjes-ren-en-Aten 
Akhenaten 
Espírito Vivo de Aton 
Aquenáton, conhecido antes do quinto ano de seu reinado como Amenófis IV ou em egípcio antigo Amenhotep IV, foi Faraó da XVIII dinastia do Egito que reinou por dezessete anos e morreu em 1336 ou 1334 a.C. Ele é principalmente lembrado por abandonar o tradicional politeísmo egípcio e introduzir uma adoração centrada em um único deus, Aton, que é as vezes descrita como monoteista ou henoteista. Inscrições antigas ligam Aton ao Sol comparado às estrelas, com a línguagem oficial posterior evitando chamá-lo de um deus, dando a deidade solar um status acima dos meros deuses. Aquenáton tentou distanciar-se do panteão egípcio, porém no final isso não foi aceito. A religião tradicional foi gradualmente restaurada após sua morte. Alguns anos depois, os posteriores faraós da XVIII dinastia, que não tinham direitos claros a sucessão, descreditaram Aquenáton e seus sucessores imediatos, referindo-se a ele como "o inimigo" em registros históricos. Ele se perdeu da história até que Amarna, local de sua cidade Aquetaton, foi descoberta no século XIX. Escavações iniciais por Flinders Petrie em Amarna iniciaram um interesse no faraó, cuja tumba foi desenterrada em 1907 em escavação de Edward R. Ayrton. O interesse em Aquenáton aumentou depois da descoberta da tumba do faraó Tutancâmon no Vale dos Reis, que provou-se ser filho de Aquenáton em um teste de DNA realizado em 2010. Acredita-se que uma múmia encontrada em KV55 em 1907 seja dele. Entretanto, se tem certeza de que essa múmia e Tutancâmon são relacionados. O interesse moderno em Aquenáton e sua rainha Nefertiti vem parcialmente de sua conexão com Tutancâmon, o estilo único e de alta qualidade das artes que patrocinava e do interesse na religião que ele tendou fundar. 
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