Antônio Quintino Filho

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Antônio Quintino Filho (Acari, 21 de outubro de 1911 - Currais Novos, 8 de julho de 2010) foi um tipógrafo, professor, poeta e historiador brasileiro.Filho primogênito de Antônio Quintino de Araujo Medeiros e Edvirges Enedina de Araujo Medeiros, de cuja união nasceram 16 filhos, cresceu num ambiente de respeito e temor a Deus.Em 31 de dezembro de 1933, veio residir em Currais Novos, onde seu pai conseguira o emprego de Escrivão da Coletoria Municipal.Coincidentemente, sua residência se localizava na Rua Escrivão Antônio Quintino, nome dado em homenagem a seu pai.
Antônio Quintino Filho 
Antônio Quintino Filho (Acari, 21 de outubro de 1911 - Currais Novos, 8 de julho de 2010) foi um tipógrafo, professor, poeta e historiador brasileiro. Filho primogênito de Antônio Quintino de Araujo Medeiros e Edvirges Enedina de Araujo Medeiros, de cuja união nasceram 16 filhos, cresceu num ambiente de respeito e temor a Deus. Em 31 de dezembro de 1933, veio residir em Currais Novos, onde seu pai conseguira o emprego de Escrivão da Coletoria Municipal. Exercendo diversas profissões, destacou-se principalmente como Tipógrafo e Professor. Era o proprietário da única gráfica então existente no município, a Tipografia Galvanópolis, que teve suas atividades de 1939 a 1969. exerceu também forte ajuda no desenvolvimento da Livraria A Minha de Ouro, de sua família. Quando chegou a Currais Novos, iniciou seus estudos no Colégio Capitão-Mor Galvão, só podendo continuá-los quando na cidade chegaram o Colégio Comercial e o Curso Técnico de Contabilidade, concluindo-o em 1962, aos 51 anos. Foi o laureado da turma. Como a cidade não dispunha de curso superior, cursou, com grandes sacrifícios, o curso de Letras na cidade de Patos, na Paraíba, entre 1973 e 1976, formando-se aos 65 anos, sendo mais uma vez o laureado da turma. Como professor, exerceu seu magistério no período de 1963 a 1981. Lecionou Português no Colégio Comercial, Instituto Vivaldo Pereira e Ginásio Agrícola, sendo diretor dos dois primeiros por vários mandatos. Como escritor, escreveu inúmeros artigos, poemas e pesquisas de cunho histórico e religioso. Manteve por vários anos um Programa na Rádio Brejuí (atual Rádio Currais Novos), intitulado "Cintilação". Publicou alguns livros: Coletânea sobre o Desembargador Tomaz Salustino (1980), História de Currais Novos (1987 e 2009). É autor da letra do Hino a Currais Novos, oficializado pela Lei Municipal nº 771/76. Profundamente católico, é o fundador da Legião de Maria, tendo sido presidente por muitos anos da Congragação Mariana. Na juventude, também participou das Ação Católica e de vários movimentos. Casou-se em primeiras núpcias com a acariense Francisca Pires de Albuquerque em 1941. Da união nasceram três filhos: Antônio Quintino Neto (1942-1971), José Adailson de Medeiros (1944) e Francisco Pires de Albuquerque (1945-1946). Ficando viúvo em 1945, casou-se, no més de Julho de 1947, com Dorotéia Dantas Quintino de Araujo, que faleceu em 2004, aos 90 anos, deixando Antônio Quintino viúvo pela segunda vez. Coincidentemente, sua residência se localizava na Rua Escrivão Antônio Quintino, nome dado em homenagem a seu pai. Antônio Quintino Filho faleceu em 8 de julho de 2010, com quase 99 anos, a exemplo de seu bisavô Joaquim Laurindo de Medeiros, que faleceu com a mesma idade. Algumas horas antes de falecer, ainda demonstrou sua extrema devoção mariana, dizendo a seguinte frase: "Nossa Senhora, leve-me ao sepulcro." 
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