André Comte-Sponville

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André Comte-Sponville (Paris, 12 de março de 1952) é um filósofo materialista francês.Ex-aluno da École normale supérieure da rue d'Ulm, foi amigo de Louis Althusser.Por muito tempo foi maître de conférences da Universidade de Paris I: Panthéon Sorbonne, da qual se demitiu em 1998 para dedicar-se completamente a escrever e proferir conferências fora do circuito universitário.Desde 2008 é membro do Comité consultatif national d'éthique (Comitê Consultivo Nacional de Ética) do seu país.Politicamente social-democrata, ao comentar a crise econômica mundial de 2008, declarou:
André Comte-Sponville 
André Comte-Sponville (Paris, 12 de março de 1952) é um filósofo materialista francês. Ex-aluno da École normale supérieure da rue d'Ulm, foi amigo de Louis Althusser. Por muito tempo foi maître de conférences da Universidade de Paris I: Panthéon Sorbonne, da qual se demitiu em 1998 para dedicar-se completamente a escrever e proferir conferências fora do circuito universitário. Desde 2008 é membro do Comité consultatif national d'éthique (Comitê Consultivo Nacional de Ética) do seu país. Comte-Sponville utiliza o referencial de Jean Paul Sartre, que já havia dito que "todos somos responsáveis por todos" e de Dostoievsky, "somos todos responsáveis por tudo, diante de todos". Em sua obra O capitalismo é moral?, que é a transcrição de uma conferência, tenta demonstrar a amoralidade do capitalismo, já que como técnica, a economia é exterior a toda preocupação moral. Comte-Sponville define então quatro ordens, no sentido pascaliano do termo : 1. ordem econômico-tecno-científica2. ordem político-jurídica3. ordem da moral4. ordem da ética ou ordem do amor Considera a possibilidade de existência de uma quinta ordem, a ordem do divino, mas, sendo ateu, pensa que seja dispensável. Mas ele acredita na possibilidade e na necessidade de uma espiritualidade ainda no ateismo. De fato, Comte-Sponville encontra no ateísmo uma fonte mais legítima da Ética, da adoção de valores humanos já não apesar de não acreditar na existência do divino, senão justamente por ser o humano possuidor de consciência e de valores que nao dependem da fé em divindade nenhuma. Politicamente social-democrata, ao comentar a crise econômica mundial de 2008, declarou: 
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