Anarquismo epistemológico

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Anarquismo epistemológico é uma teoria criada pelo filósofo da ciência austríaco Paul Feyerabend.O termo epistemologia se refere ao estudo sobre a produção do conhecimento e foi a partir deste que Feyerabend, crítico dos mais perspicazes das análises usualmente propostas (chamado inclusive "terrorista epistemológico"), argumenta não existirem regras metodológicas úteis ou livres de exceções que dirijam o progresso científico ou o desenvolvimento dos conhecimentos. Segundo esta epistemologia a ideia de que ciência pode ou deve operar de acordo com regras fixas e universais é irrealista e perniciosa, indo contra a própria ciência.
Anarquismo epistemológico 
Anarquismo epistemológico é uma teoria criada pelo filósofo da ciência austríaco Paul Feyerabend. O termo epistemologia se refere ao estudo sobre a produção do conhecimento e foi a partir deste que Feyerabend, crítico dos mais perspicazes das análises usualmente propostas (chamado inclusive "terrorista epistemológico"), argumenta não existirem regras metodológicas úteis ou livres de exceções que dirijam o progresso científico ou o desenvolvimento dos conhecimentos. Segundo esta epistemologia a ideia de que ciência pode ou deve operar de acordo com regras fixas e universais é irrealista e perniciosa, indo contra a própria ciência. O uso do termo anarquismo deve ser aqui entendido como oposição a um princípio único, absoluto e imutável de ordem, e não somente como oposição a toda e qualquer organização. Desta forma, é justificado quando Feyerabend parte à defesa de um pluralismo metodológico; tal como o pretendido, o método científico não possui o monopólio da verdade ou resultados palpáveis, por meio de um conjunto único, fixo, restrito de regras. A abordagem pragmática é uma atitude dadaísta de "vale tudo" com relação às metodologias. A teoria considera as leis inamovíveis da ciência como uma ideologia tal como a religião, magia e mitologia, e considera a dominação da ciência sobre a sociedade autoritária e injustificável. Pelo próprio Feyerabend, "o anarquista epistemológico não se recusará a examinar qualquer concepção, admitindo que, por trás do mundo tal como descrito pela ciência, possa ocultar-se uma realidade mais profunda, ou que as percepções possam ser dispostas de diferentes maneiras e que a escolha de uma particular disposição correspondente à realidade não será mais racional ou objetiva que outra". . A proposição desta teoria rendeu a Feyerabend o título de “o pior inimigo da ciência” conferidos por seus opositores. 
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