Ana da Dinamarca

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Ana da Dinamarca (Skanderborg, 12 de dezembro de 1574 – Londres, 2 de março de 1619) foi a esposa do rei Jaime VI & I e rainha consorte do Reino da Escócia de 1589 até sua morte, e também do Reino da Inglaterra e Reino da Irlanda a partir de 1603.Historiadores tradicionalmente consideraram Ana como uma rainha sem-peso, frívola e auto-indulgente. Porém, reavaliações recentes reconheceram sua independência e, particularmente, sua significância como patrona das artes durante a era jacobita.
Ana da Dinamarca 
xsd:integer 1963  1970  2002  2003 
Oldemburgo 
Stuart 
Palgrave Macmillan 
Longman 
Manchester University Press 
Chatto and Windus 
Jonathan Cape 
Anne of Denmark in mourning.jpg 
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(Retrato por Marcus Gheeraerts, o Jovem, c. 1612) 
Londres 
Manchester 
Basingstoke e Nova Iorque 
Castelo de Skanderborg, Skanderborg, Dinamarca 
Clare 
Alan 
Ana da Dinamarca 
David Harris 
Pauline 
Ethel Carleton 
Ana Frederiksdotter 
harv 
Stewart 
Williams 
Croft 
Willson 
McManus 
Rainha Consorte da Escócia 
Casas 
Marido 
Predecessora 
Sucessora 
King James 
King James VI & I 
The Cradle King: A Life of James VI & I 
Anne of Denmark 
Women on the Renaissance Stage: Anna of Denmark and Female Masquing in the Stuart Court 
Margarida da Escócia 
Maria de Inglaterra 
Roberto, Duque de Kintyre 
Sofia de Inglaterra 
(Retrato porMarcus Gheeraerts, o Jovem, c. 1612) 
Ana da Dinamarca (Skanderborg, 12 de dezembro de 1574 – Londres, 2 de março de 1619) foi a esposa do rei Jaime VI & I e rainha consorte do Reino da Escócia de 1589 até sua morte, e também do Reino da Inglaterra e Reino da Irlanda a partir de 1603. A segunda filha do rei Frederico II da Dinamarca e Sofia de Mecklemburgo-Güstrow, Ana se casou com Jaime aos catorze anos. Eles tiveram três filhos que sobreviveram à infância, incluindo o futuro rei Carlos I. Ela demonstrou uma raia independente e uma vontade de usar as políticas escocesas de facções em seus conflitos com Jaime sobre a custódia do príncipe Henrique Frederico e do tratamento de sua amiga Beatriz Ruthven. Ana aparentemente amava o rei no início do casamento, porém o casal gradualmente se distanciou e eventualmente passaram a viver separados, apesar de manterem um grau de respeito mútuo e afeição. Na Inglaterra, Ana mudou suas energias para patrocinar às artes e construir sua própria corte, hospedando um dos salões culturais mais ricos da Europa. Ela sofreu vários ataques de doenças depois de 1612 e gradualmente se retirou do centro da vida da corte. Apesar de ter sido relatado que Ana sempre foi uma protestante, evidências sugerem que ela se converteu ao catolicismo em algum momento de sua vida. Historiadores tradicionalmente consideraram Ana como uma rainha sem-peso, frívola e auto-indulgente. Porém, reavaliações recentes reconheceram sua independência e, particularmente, sua significância como patrona das artes durante a era jacobita. 
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Ana Frederiksdotter 
Ana da Dinamarca 
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