Ambrósio Leitão da Cunha

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Ambrósio Leitão da Cunha, primeiro e único barão com grandeza de Mamoré, (Belém, 21 de agosto de 1825 — 5 de dezembro de 1898) foi um advogado, juiz e político brasileiro.Foi deputado geral, presidente de província e senador do Império do Brasil de 1870 a 1889.
Ambrósio Leitão da Cunha 
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Presidente da Província do Pará - Ambrósio Leitão da Cunha . 
eiro 
Ambrósio Leitão da Cunha 
Ambrósio Leitão da Cunha, primeiro e único barão com grandeza de Mamoré, (Belém, 21 de agosto de 1825 — 5 de dezembro de 1898) foi um advogado, juiz e político brasileiro. Foi deputado geral, presidente de província e senador do Império do Brasil de 1870 a 1889. Foi presidente das províncias do Pará, de 24 de maio a 7 de dezembro de 1858, da Paraíba, de 4 de junho de 1859 a 13 de abril de 1860, de Pernambuco, de 23 de abril de 1860 a ? de 1861, do Maranhão, por quatro vezes, de 13 de junho a 24 de novembro de 1863, de 3 de outubro de 1864 a 23 de abril de 1865, de 4 de setembro a 18 de outubro de 1868, e de 25 de outubro de 1868 a 4 de abril de 1869, e de Bahia, de 25 de novembro de 1866 a 19 de março de 1867. Foi proprietário no município fluminense de São Francisco de Paula, hoje Trajano de Morais, da fazenda Santana do Macabu, conhecida atualmente por fazenda Leitão da Cunha, onde veio a falecer e sepultado no cemitério de São Francisco de Paula, antiga sede do município. A fazenda ficou na posse de seus descendentes até a década de 1970, sendo depois vendida pelos herdeiros. Era uma das mais prósperas fazendas do estado em sua época.Pedro Leitão da Cunha Nota: nascido em 1858¸ em Belém, Pará, e falecido em 10.1883 - A 9 de Outubro deste último ano, Joaquim Rocha dos Santos, escrevia de Manaus ao Barão de Mamoré, informando o falecimento de seu filho Pedro. Carlos Alberto Morsing e outros, assinaram um abaixo Assinado, endereçado ao Barão de Mamoré, sobre a colocação de coroas de flores sobre o túmulo de seu filho Pedro. Filho dos barões de Mamoré, Ambrósio Leitão da Cunha e de Maria José da Gama e Silva. Fez seus preparatórios no Externato Aquino, no Rio de Janeiro. Engenheiro Civil, formado ela Escola Politécnica do Rio de Janeiro na turma de 1881 - diploma conferido a 11 de Dezembro de 1882. Faleceu prematuramente, menos de um ano depois ao de sua formatura. Ao que parece, se encontrava trabalhando nas obras de construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Por mercê de 14 de Julho de 1869, do Imperador do Brasil, D. Pedro II, recebeu, juntamente com seus irmãos Ambrósio e José Maria, o fôro de Moço Fidalgo da Casa Real 
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