Amadou Hampâté Bâ

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Amadou Hampâté Bâ (Bandiagara, 1901 - Abidjan, 1991) foi um escritor malinêsNo cenário da alta brousse do Mali, nasce, em 1900, o filho de Hampâté Bâ e Kadidja Diallo - Amadou Hampâté Bâ - o mestre da tradição oral africana que, nos últimos anos de sua vida, fez repousar, sobre as páginas de sua autobiografia, as histórias vivenciadas desde a sua infância até sua juventude: Amkoullel, o menino fula. Baseado nas lembranças faz um relato de fatos memoráveis que marcaram sua trajetória, e embora publicados a título póstumo, eternizaram a força da palavra na tradição oral africana. Bâ (2003), como um “homem de conhecimento”, lança um olhar sobre a África que se move de dentro para fora e focaliza toda a diversidade e riqueza que compunham suas experiências infanto-juvenis.
Amadou Hampâté Bâ 
Amadou Hampâté Bâ (Bandiagara, 1901 - Abidjan, 1991) foi um escritor malinês No cenário da alta brousse do Mali, nasce, em 1900, o filho de Hampâté Bâ e Kadidja Diallo - Amadou Hampâté Bâ - o mestre da tradição oral africana que, nos últimos anos de sua vida, fez repousar, sobre as páginas de sua autobiografia, as histórias vivenciadas desde a sua infância até sua juventude: Amkoullel, o menino fula. Baseado nas lembranças faz um relato de fatos memoráveis que marcaram sua trajetória, e embora publicados a título póstumo, eternizaram a força da palavra na tradição oral africana. Bâ (2003), como um “homem de conhecimento”, lança um olhar sobre a África que se move de dentro para fora e focaliza toda a diversidade e riqueza que compunham suas experiências infanto-juvenis. As histórias contadas em Amkoullel, o menino fula têm seu desfecho na região da savana africana do Mali, especificamente em Bandiagara, onde viviam os fulas: pastores que guiavam seus rebanhos por toda África savânica, em busca de pastos, água fresca e ouvintes para transmitir toda a sabedoria que traziam na memória. O pastor fula contava seu gado cotidianamente para não perdê-lo; do mesmo modo, fazia com as histórias, cada vez que as contava mais fácil seria encontrá-las na memória, pois, para o povo de tradição oral, a repetição não é defeito, mas sim um mecanismo de sobrevivência. Desde criança, o fula era treinado a escutar e olhar tão atentamente para o narrador que se fazia visível toda a história contada em sua minúcia, quase pictórica. Assim era guardada a força da palavra que mora na narrativa e nunca se apaga. 
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