Abertura econômica da China

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A Abertura Econômica da China (República Popular da China) se deu a partir 1976 quando Mao Tse-Tung morre e Deng Xiaoping conquista o poder político. As mudanças praticadas por este governo, que vão até o final dos anos de 1990, tiveram um caráter mais econômico do que político, rumo à conquista da mística chinesa de se considerarem culturalmente como o "Império do Meio" ou "o país que está no centro do planeta Terra" o que corresponderia a um suposta posição de a "única superpotência econômica, política, tecnológica, social e cultural do mundo
Abertura econômica da China 
A Abertura Econômica da China (República Popular da China) se deu a partir 1976 quando Mao Tse-Tung morre e Deng Xiaoping conquista o poder político. As mudanças praticadas por este governo, que vão até o final dos anos de 1990, tiveram um caráter mais econômico do que político, rumo à conquista da mística chinesa de se considerarem culturalmente como o "Império do Meio" ou "o país que está no centro do planeta Terra" o que corresponderia a um suposta posição de a "única superpotência econômica, política, tecnológica, social e cultural do mundo Para a compreensão deste importante momento chinês, é preciso retomar e entender todo processo histórico-geográfico ocorrido neste território desde a segunda metade do século XIX até os dias atuais. Sem desvalorizar o processo de expansão geográfica da Manchúria (China original) e suas conquistas territoriais, alcançadas pelas Grandes Dinastias dos séculos passados, o período entre 1860 a 2008, merece uma atenção maior em razão da intensidade dos impactos geográficos causados pelas transformações políticas e econômicas as quais a China viveu. Por isso, cabe analisar, num primeiro momento, os seguintes períodos de acordo com os momentos de reorganização do espaço geográfico ou ciclo econômico e político praticado pelos seguintes governos:Sun Yat-Sen (1905), Chiang Kai-Shek (1921), Mao Tse-Tung (1949), Deng Xiaoping (1976) Jiang Zemim (1997) e o atual secretário-geral Hu Jintao (2002). Num segundo momento, cabe ressaltar que os aspectos naturais jamais podem ser descartados. Quando estudados como um todo e segundo uma regionalização em China Ocidental e Oriental, as características dos climas, do perfil do relevo, dos tipos de vegetações e solos, da hidrografia e da pluviosidade, tornam-se fundamentais para uma análise geográfica mais apurada. Tais aspectos, humanos e naturais, quando inter-relacionados, tornam-se decisivos para a compreensão da realidade chinesa, pois permitem, entre outras questões, a justificativa da localização e distribuição da população, das áreas invadidas e anexadas, das áreas em litígio, da localização das grandes cidades, da prática da rizicultura, do cultivo da cana-de-açúcar,e por fim, facilita ao entendimento das transformações ambientais de forma a revelar os impactos positivos e negativos - a situação da drástica erosão dos solos e outros impactos negativos provocados por ações equivocadas tomadas pelos últimos seis governantes deste gigantesco país. 
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