Época Tinita

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A Época Tinita ou Período Arcaico refere-se a um período da história do Antigo Egipto que inclui as primeira e segunda dinastias (ditas tinitas), datando de cerca de 3100 a.C. (após o período pré-dinástico) até cerca de 2700 a.C., quando se inicia o Antigo Império. Alguns egiptólogos também incluem a terceira dinastia.Os túmulos reais, que sobreviveram a essa época (século XXXI a.C. - século XXVII a.C.) documentam que a ideia de uma monarquia de direito divino já era algo de concretizado. Nasciam, aqui, os fundamentos mais remotos do Absolutismo.
Época Tinita 
A Época Tinita ou Período Arcaico refere-se a um período da história do Antigo Egipto que inclui as primeira e segunda dinastias (ditas tinitas), datando de cerca de 3100 a.C. (após o período pré-dinástico) até cerca de 2700 a.C., quando se inicia o Antigo Império. Alguns egiptólogos também incluem a terceira dinastia. Os antigos egípcios registram suas origens na Terra de Punt, que eles chamavam Ta Netjeru, que significa "Terra dos Deuses", que atualmente acredita-se que seja a moderna Eritreia ou o Sudão. Eles consideravam-se "o povo das duas terras", sendo estas terras o Alto Egito e Baixo Egito. De acordo com o historiador Manetão, o primeiro rei foi Menés. No entanto, o mais antigo rei conhecido da primeira dinastia é Hor-Aha, e o primeiro rei a reivindicar ter unido as duas terras foi Narmer (o último rei do período pré-dinástico). Conhecemos seu nome por que ele está escrito numa paleta comemorativa, a Paleta de Narmer, usada para triturar minerais para kohl, um tipo de cosmético muito usado pelos antigos egípcios para contornar os olhos (famoso cajal ou o lápis de olho que as mulheres usam). As práticas funerárias do povo em geral eram iguais às do período pré-dinástico, mas os ricos exigiam algo mais. Então, os egípcios iniciaram a construção das mastabas. Anterior à unificação do Alto e Baixo Egito, por volta de 3100 a.C., as terras eram ocupadas por vilarejos autônomos. Nas primeiras dinastias, os governantes estabeleceram uma administração nacional e apontavam os governadores reais. As edificações do governo central eram tipicamente templos ao ar livre construídos de madeira ou arenito. Os túmulos reais, que sobreviveram a essa época (século XXXI a.C. - século XXVII a.C.) documentam que a ideia de uma monarquia de direito divino já era algo de concretizado. Nasciam, aqui, os fundamentos mais remotos do Absolutismo. 
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